Lightyear
Tomás Gimenes
“Lightyear" abre com um texto que informa que o filme que estamos prestes a ver é o filme que Andy viu que o fez querer um brinquedo do Buzz Lightyear em 1995. De muitas formas, este é um filme de ação e ficção científica do século 20 feito para um público moderno.
Na superfície, o personagem de Buzz segue o arquétipo do herói de ação dos anos 80 e 90, (um tipo Han Solo), um piloto habilidoso que tem problemas para seguir ordens e é sempre hiper confiante nas suas habilidades.
Mas Buzz é muito mais do que isso: ele assume responsabilidade por seus erros e sabe quando precisa ser aberto e vulnerável com seus companheiros de equipe, embora nem sempre seja fácil para ele, o que é uma grande parte de seu arco.
Isso é melhor demonstrado através de seu relacionamento com Alisha Hawthorne, sua melhor amiga, que eventualmente se torna sua comandante. Buzz e Alisha têm uma amizade sólida, baseada em confiança e apoio mútuos, que é sem dúvida o coração da história.
A trama principal segue Buzz enquanto ele faz constantes tentativas de atingir a hipervelocidade e cumprir a missão de ajudar Alissa e sua tripulação, que devido à dilatação do tempo, acaba custando anos de sua vida. Em uma das sequências mais emocionantes do filme, toda vez que Buzz retorna de uma de suas missões, ele é forçado a encarar marcos importantes na vida de Alissa que ele perdeu completamente.
“Lightyear” é um filme que, devido ao nosso cenário cultural atual, poderia facilmente ter se baseado em pura nostalgia e fanservice, e isso com certeza é uma parte (Buzz recita falas do primeiro Toy Story nos primeiros 5 minutos), mas o filme vai (ao infinito e) além. Tem todos os elementos de uma jornada de herói tradicional, mas não tem medo de incluir temas maduros.
É uma história sobre aprender a ser um herói com as pessoas e não só para elas. Mas é também sobre apreciar o tempo que nos é dado e deixar de lado o fardo e a expectativa que colocamos em nós mesmos.
Observações importantes sobre o filme:
- Sox é a melhor pessoa. Ponto. Talvez a parte mais divertida do filme. E um brinquedo que seus filhos definitivamente vão querer. E você vai querer também.
- A versão dublada é ótima. Guilherme Briggs será sempre Buzz Lightyear, mas Marcos Mion e todo o elenco de dublagem fazem um ótimo trabalho.
- Se você assistir dublado, saiba que em determinado momento um dos personagens diz: “meteu essa?” e isso por si só vale o preço do ingresso.
Nota: 4,0.
“Lightyear" abre com um texto que informa que o filme que estamos prestes a ver é o filme que Andy viu que o fez querer um brinquedo do Buzz Lightyear em 1995. De muitas formas, este é um filme de ação e ficção científica do século 20 feito para um público moderno.
Na superfície, o personagem de Buzz segue o arquétipo do herói de ação dos anos 80 e 90, (um tipo Han Solo), um piloto habilidoso que tem problemas para seguir ordens e é sempre hiper confiante nas suas habilidades.
Mas Buzz é muito mais do que isso: ele assume responsabilidade por seus erros e sabe quando precisa ser aberto e vulnerável com seus companheiros de equipe, embora nem sempre seja fácil para ele, o que é uma grande parte de seu arco.
Isso é melhor demonstrado através de seu relacionamento com Alisha Hawthorne, sua melhor amiga, que eventualmente se torna sua comandante. Buzz e Alisha têm uma amizade sólida, baseada em confiança e apoio mútuos, que é sem dúvida o coração da história.
A trama principal segue Buzz enquanto ele faz constantes tentativas de atingir a hipervelocidade e cumprir a missão de ajudar Alissa e sua tripulação, que devido à dilatação do tempo, acaba custando anos de sua vida. Em uma das sequências mais emocionantes do filme, toda vez que Buzz retorna de uma de suas missões, ele é forçado a encarar marcos importantes na vida de Alissa que ele perdeu completamente.
“Lightyear” é um filme que, devido ao nosso cenário cultural atual, poderia facilmente ter se baseado em pura nostalgia e fanservice, e isso com certeza é uma parte (Buzz recita falas do primeiro Toy Story nos primeiros 5 minutos), mas o filme vai (ao infinito e) além. Tem todos os elementos de uma jornada de herói tradicional, mas não tem medo de incluir temas maduros.
É uma história sobre aprender a ser um herói com as pessoas e não só para elas. Mas é também sobre apreciar o tempo que nos é dado e deixar de lado o fardo e a expectativa que colocamos em nós mesmos.
Observações importantes sobre o filme:
- Sox é a melhor pessoa. Ponto. Talvez a parte mais divertida do filme. E um brinquedo que seus filhos definitivamente vão querer. E você vai querer também.
- A versão dublada é ótima. Guilherme Briggs será sempre Buzz Lightyear, mas Marcos Mion e todo o elenco de dublagem fazem um ótimo trabalho.
- Se você assistir dublado, saiba que em determinado momento um dos personagens diz: “meteu essa?” e isso por si só vale o preço do ingresso.
Nota: 4,0.
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