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Mostrando postagens de dezembro, 2024

Queer

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Por Ricardo Hasegawa Está nos cinemas do Brasil, o filme “Queer”, que acompanha o expatriado William Lee, fugitivo de uma operação antidrogas de Nova Orleans, parando na Cidade do México durante os anos 1940. Durante todo este tempo ele vagueia pela cidade em extrema solidão à procura do que fazer, para isto ele enche a cara, consome muitas drogas e tenta a todo custo dormir com homens diversos, mas que em certo dia ele conhece o jovem, Eugene Allerton e fica fascinado com ele e irá tentar a todo custo conquistá-lo. O longa é dirigido pelo excelente Luca Guadagnino, o mesmo de obras como, Rivais, Até os Ossos, Me Chame pelo Seu Nome, entre outros. O roteiro é do Justin Kuritzkes, de Rivais, mas é baseado no romance de 1985 de William S. Burroughs. O filme consegue ter muitos pontos fortes na sua composição, sendo talvez o mais legal em retratar muito bem a comunidade gay do México, com todos os seus expatriados e nativos, com todos os pontos altos e baixos, como os perigos de ser homo...

Moana 2

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  Por Ricardo Hasegawa Em “Moana 2” temos a volta de Moana, a navegadora da tribo Motonui, que agora recebe um chamado ancestral, onde ela terá que quebrar a maldição a maldição do deus das tempestades, Nalo, na ilha escondida de Motufetu, mas antes terá que reunir uma equipe que a ajude a chegar na ilha, que aliás contará com o Maui. O filme tem a direção de 3 pessoas que são iniciantes como diretores, mas que já fizeram outros trabalhos na indústria. O David G. Derrick Jr e Jason Hand, que trabalham em Moana - Um Mar de Aventuras e Encanto. A outra é Dana Ledoux Miller, que roteirizou a série Narcos. Nesta continuação que se passa aproximadamente 3 anos depois dos eventos do primeiro filme, temos uma Moana mais velha e que agora adotou oficialmente a função de navegadora da tribo, então a vemos voltando de uma de suas incursões, na qual ela descobre um pote com desenhos de outros povos e que por isto tem a convicção de que eles não estão sozinhos no mundo, mas separados pela ocea...

Kraven - O Caçador

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Por Tomás Gimenes "Kraven" segue a vida e a jornada de Sergei Kravinoff, um caçador superpoderoso em uma missão para demolir uma operação de crime de alto nível, conectada ao seu pai autoritário e abusivo, Nikolai Kravinoff, junto com a advogada Calypso, que tem uma conexão com o passado de Kraven e seus poderes. No processo, o "Caçador", como é conhecido entre seus inimigos, também tem que salvar seu irmão Dmitri, com quem ele tenta se reconectar depois de ter saído de casa ainda jovem. Como muitos filmes no universo "Aranha" da Sony Pictures, "Kraven" é um filme severamente desequilibrado. Ele introduz algumas ideias interessantes, mas falta o desenvolvimento adequado para fazê-lo funcionar. O relacionamento entre os irmãos funciona principalmente devido às performances dos atores e certas linhas de diálogo, mas há uma ausência de alma no meio. Quando os irmãos se reencontram, a maneira como essa cena é composta e trabalhada faz com que o que ...

Homem-Aranha: No Aranhaverso

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  Por Tomás Gimenes Há exatos seis anos, “Homem-Aranha: No Aranhaverso” foi lançado nos cinemas e estabeleceu um novo padrão para filmes de super-herois e para o gênero de animação como um todo. “Spiderverse” abraçou a alma e o estilo de ambos os gêneros e criou uma história em quadrinhos viva, colorida e cheia de energia. O filme atinge os pontos mais importantes da história de origem tradicional de super-herói e os combina com uma aventura multidimensional, fazendo funcionar tematicamente. A jornada de autorrealização e heroísmo do jovem Miles Morales está conectada com as jornadas de todos os outros heróis-aranha; todos eles compartilham um senso semelhante de justiça e altruísmo, todos eles aprenderam a lidar com a perda, todas as coisas que são essenciais para o que faz um “Homem-Aranha”. Mas também, todos eles têm perdas diferentes, experiências diferentes que guiam esse senso de justiça, algo que os torna únicos. E esse “Algo único" é o que Miles tem que descobrir. E é isso...

Senna - Netflix

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Por Ricardo Hasegawa A nova série documental de Streaming da Netflix, é Senna, produção brasileira que conta a história do piloto brasileiro Ayrton Senna. Dentre todas as nuances apresentadas, a mais notória fica por conta do quanto foi importante para o esporte, principalmente no Brasil. A série tem como criador e diretor o Vicente Amorim, de obras como, Santo, A Princesa da Yakuza, Besouro, entre outros. A série conta com um roteiro muito bem azeitado, pois ele consegue entregar uma história bem concisa, onde mostra os momentos mais importantes da vida do Senna, o quanto foi difícil se tornar um piloto de fórmula 1, além de mostrar o quanto de preconceito sofreu para ser respeitado, pois a maioria dos diretores, juízes e donos de equipe não gostavam de sul americanos. Temos a sua enorme paixão pelo automobilismo e o tanto que ele teve que se sacrificar para conseguir tudo isto. Ele que em parte teve que renegar a família para conseguir se tornar o piloto que é, pois precisava estar ...

Esquadrão Suicida - Suicide Squad

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Por Tomás Gimenes Continuamos nossa viagem pela estrada da memória através do DCEUniverso relembrando a terceira parte da franquia, que representa um passo significativo na virada deste universo cinematográfico. Quando o trailer de “Esquadrão Suicida” (2016) foi lançado, ele incendiou a geekesfera. As imagens energéticas coloridas reunidas sob a melodia de “Bohemian Rhapsody” fez parecer que aquela seria a virada de chave da DC em direção a algo mais divertido e ousado, que exploraria a dinâmica de alguns personagens populares e não tão populares que existem do outro lado da moralidade. O que ficou claro para a grande maioria das pessoas depois de assistir ao filme, e deveria ter ficado claro o tempo todo, é que esse não é necessariamente o melhor conceito para um filme que deveria ser um dos blocos de construção de um universo cinematográfico compartilhado, onde os personagens deveriam ter o tempo e o espaço para serem apresentados e serem adequadamente desenvolvidos como personagens...

Shaman King - Vol. 2.

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  Por Ricardo Hasegawa Voltamos ao mangá Shaman King, com a história de Yoh Asakura onde ele está treinando para se tornar o rei Xamã, mas que conta com a ajuda do seu amigo Manta Oyamada e sua esposa Anna Kyoyama. Agora ele terá que refinar suas habilidades com o seu companheiro, o samurai Amidamaru para conseguir sua permissão para entrar no torneio, pois lá as batalhas são totalmente ferozes e até mesmo a vida está em jogo. O mangá é de autoria de Hiroyuki Takei, que roteiriza e desenha todo e conta com os capítulos de 18 a 35. Ele é publicado aqui no Brasil pela editora JBC. Neste segundo volume a história continua a evoluir, sendo em dois arcos, uma sobre a gangue do Ryu procurando o Best Place, ou seja, como o nome diz, o Melhor Lugar, onde eles acham um lugar bem longínquo, que está totalmente abandonado mas que tem um enorme potencial para eles. Além disso, somos apresentados a casa do Yoh, que é uma mansão que ele paga um aluguel muito barato, pois tem a lenda de que lá só...

Wicked 2024

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Por Tomás Gimenes “As pessoas nascem más? Ou a maldade é imposta a elas?” Essa pergunta foi proposta pela primeira vez há mais de 20 anos, quando “Wicked”, um dos maiores fenômenos musicais do século XXI estreou na Broadway. Uma pergunta que está no cerne da ideia da peça: contar a história do que exatamente aconteceu em Oz antes de Dorothy chegar, e explorar a história e os motivos por trás de uma das vilãs mais icônicas do cinema: A Bruxa Má do Oeste. “Wicked”, o livro original de Gregory Maguire, conta a história de Elphaba, uma garota que nasceu com uma condição de pele “incomum” (se é que isso é justo dizer), que um dia será conhecida como a Bruxa Má do Oeste. O livro explora alguns tópicos densos, incluindo preconceito e política, e desafiou completamente a tradição do livro original “O Mágico de Oz”. A adaptação musical de Winnie Holzman e Stephen Schwartz pegou alguns desses conceitos, mas se resumiu a um foco essencial: o relacionamento entre Elphaba e Glinda, a Bruxa Boa do ...

Borboleta Assassina - Vol. 1

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  Por Ricardo Hasegawa No mangá, Borboleta Assassina, somos apresentados a personagem Ochou, que possui dois empregos, o de cortesã e de ninja. Seu papel como ninja está em conseguir os mais variados tipos de informações sobre os ninjas renegados, na qual depois ela irá caçá-los. O mangá é escrito e desenhado pela Nagate Yuka, de outras obras como, Kyobai, Shirogane no Seija: Toki Gaiden e Gift+-. Quem publica a edição é a editora Pipoca & Nanquim. Os capítulos que iremos tratar é o Prelúdio - Sob o fio da lâmina e o Capítulo 1 - Borboleta na gaiola. Já de início vemos que a história subverte um padrão, colocando uma mulher como personagem principal, ainda mais como ninja. O fato da Ochou ter dois empregos, um sendo uma caçadora de ninjas renegados e a outra como cortesã, mostra o quanto isto se complementa e também o fato de ser benefico ao sexo feminino, pois como cortesã ela consegue informações mais facéis. Com isto em mente, somos apresentados ao mundo dos ninjas, contando...