Armadilha
Por Ricardo Hasegawa
Chegou o novo filme de thriller psicológico misturado com crime, chamado "Armadilha", onde conta a história de Cooper, um pai amoroso e um marido atencioso, onde num dia ele e sua esposa decidem presentear a sua filha com ingressos de show da sua cantora preferida. Durante o acontecimento do show, Cooper percebe uma extensa movimentação policial ao redor do evento e dentro do estádio, algo não tão comum assim. Ele então descobre que toda esta mobilização policial é para conseguir capturar o serial killer, conhecido como 'Açougueiro', mas, quanto a tudo isto tem só um problema, afinal o Açougueiro é o Cooper.
O filme é um projeto que conta com a direção e roteiro do estrelado por M. Night Shyamalan, o mesmo de obras como, Batem à Porta; Tempo; Fragmentado; Sinais; Corpo Fechado; O Último Mestre do Ar; O Pequeno Stuart Little; O Sexto Sentido; entre outros.
Esta é uma história de essência de caça de gato e rato, na qual o assassino tentará fugir de qualquer jeito dos policiais, enquanto os policiais farão de tudo para capturá-ló.
O serial killer nos é apresentado de uma forma muito interessante, pois ele consegue nos apresentar a dualidade de personalidade dele, na qual temos ele de um jeito com a família, em especial com a filha, sendo extremamente frio, calculista e meticuloso, na qual ele sabe exatamente quando precisa mudar, mostrando o quanto é terrível.
Vemos também que ele é apresentado como uma pessoa muito inteligente e metódico, pois ele consegue perceber o que está acontecendo no evento daí ele começa a estudar sobre como fugir do show e começa a pensar em todas as fugas, mostrando que também é muito engenhoso, para criar as soluções em criar distrações. Aliás, o lance das saídas são encontradas muito facilmente, sempre num Deus Ex-Machina, mostrando este tipo de falha de roteiro.
A questão da polícia também é outra coisa estranha, pois em certa ocasião eles se contradizem, pois eles têm uma especialista em encontrar e traçar um perfil desses criminosos, mas depois vemos que ela não encontra ele tão facilmente. A outra contradição é que eles em certo momento já tinham alguns suspeitos em questão, com vários indícios como, cor de pele; tatuagem; altura; tipo físico; sexualidade; entre outros, então como eles não encontraram no show, seja na entrada do evento, ou até mesmo pelas câmeras.
Sobre a questão do show, ele é muito bem filmado e produzido, dando literalmente a impressão de que estamos no show, mas, na contrapartida, as cenas e sequências são extremamentes longos, o que as deixa extremamente cansativas pois se tornam muito repetitivas, além de se tornarem maçantes.
A atuação de Josh Hartnett é uma coisa de outro mundo, sendo muito convincente, pois ele consegue fazer esta mescla de ser um pai de família com o serial killer. Na contramão temos a Saleka Shyamalan que não está nada bem, mostrando que falta alguma coisa ainda como atriz.
Por fim, o filme passa a mensagem que seria um filme do M. Night Shyamalan, mas está longe disto, pois este é de longe o filme que não tem a assinatura do diretor, daqueles filmes malucos dele, e por causa disto ele acaba se tornando um filme genérico.
Nota: 2,5.
Chegou o novo filme de thriller psicológico misturado com crime, chamado "Armadilha", onde conta a história de Cooper, um pai amoroso e um marido atencioso, onde num dia ele e sua esposa decidem presentear a sua filha com ingressos de show da sua cantora preferida. Durante o acontecimento do show, Cooper percebe uma extensa movimentação policial ao redor do evento e dentro do estádio, algo não tão comum assim. Ele então descobre que toda esta mobilização policial é para conseguir capturar o serial killer, conhecido como 'Açougueiro', mas, quanto a tudo isto tem só um problema, afinal o Açougueiro é o Cooper.
O filme é um projeto que conta com a direção e roteiro do estrelado por M. Night Shyamalan, o mesmo de obras como, Batem à Porta; Tempo; Fragmentado; Sinais; Corpo Fechado; O Último Mestre do Ar; O Pequeno Stuart Little; O Sexto Sentido; entre outros.
Esta é uma história de essência de caça de gato e rato, na qual o assassino tentará fugir de qualquer jeito dos policiais, enquanto os policiais farão de tudo para capturá-ló.
O serial killer nos é apresentado de uma forma muito interessante, pois ele consegue nos apresentar a dualidade de personalidade dele, na qual temos ele de um jeito com a família, em especial com a filha, sendo extremamente frio, calculista e meticuloso, na qual ele sabe exatamente quando precisa mudar, mostrando o quanto é terrível.
Vemos também que ele é apresentado como uma pessoa muito inteligente e metódico, pois ele consegue perceber o que está acontecendo no evento daí ele começa a estudar sobre como fugir do show e começa a pensar em todas as fugas, mostrando que também é muito engenhoso, para criar as soluções em criar distrações. Aliás, o lance das saídas são encontradas muito facilmente, sempre num Deus Ex-Machina, mostrando este tipo de falha de roteiro.
A questão da polícia também é outra coisa estranha, pois em certa ocasião eles se contradizem, pois eles têm uma especialista em encontrar e traçar um perfil desses criminosos, mas depois vemos que ela não encontra ele tão facilmente. A outra contradição é que eles em certo momento já tinham alguns suspeitos em questão, com vários indícios como, cor de pele; tatuagem; altura; tipo físico; sexualidade; entre outros, então como eles não encontraram no show, seja na entrada do evento, ou até mesmo pelas câmeras.
Sobre a questão do show, ele é muito bem filmado e produzido, dando literalmente a impressão de que estamos no show, mas, na contrapartida, as cenas e sequências são extremamentes longos, o que as deixa extremamente cansativas pois se tornam muito repetitivas, além de se tornarem maçantes.
A atuação de Josh Hartnett é uma coisa de outro mundo, sendo muito convincente, pois ele consegue fazer esta mescla de ser um pai de família com o serial killer. Na contramão temos a Saleka Shyamalan que não está nada bem, mostrando que falta alguma coisa ainda como atriz.
Por fim, o filme passa a mensagem que seria um filme do M. Night Shyamalan, mas está longe disto, pois este é de longe o filme que não tem a assinatura do diretor, daqueles filmes malucos dele, e por causa disto ele acaba se tornando um filme genérico.
Nota: 2,5.

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