Mortal Kombat (1995)

 


Por Ricardo Hasegawa

No dia 29 de Setembro de 1995 estreou em solos brasileiros, um dos maiores filmes de artes marciais, que era inspirado num dos jogos de luta mais famosos do mundo, Mortal Kombat.
Conta a história sobre um combate mortal, que reunirá os maiores lutadores do mundo que tentarão vencer neste torneio um ser de outro planeta, que no caso de perderem o duelo, o vilão, o feiticeiro Shang Tsung irá comandar a Terra.
O filme é dirigido por Paul W.S.Anderson que também assinou obras como, Monster Hunter, Corrida Mortal, Resident Evil: O Hóspede Maldito, entre outros. O roteiro é assinado pelo Kevin Droney, que também assina, Wing Commander: A Batalha Final, Torturados, entre outros. Além disso, participam do roteiro os designers do game, Ed Boon e John Tobias.
O filme conta com diversos problemas como o roteiro, que tem uma história repleta de clichês, mesmo para época, como o problema principal de dominação da Terra, que já vinha desde muitos filmes anteriores, se estendendo a personagem principal sendo o escolhido, na qual somente ele é o ser mais capaz de derrotar o mal. Daí isso já engloba todo o seu desenvolvimento, como ele precisará amadurecer, pois ele está perdido por aí, tendo deixado o templo Shaolin, mas que nunca deixou de fato.
Temos também o problema final com a moça indefesa, que é capturada e precisa do protagonista para ir lá e salvá-lá. Outra coisa é o Deus do Trovão Raiden, que é o cara que ajuda eles em algumas coisas, mas que na hora do desespero, ele dá um conselho e some.
As atuações também são negativas, pois a maioria dos atores vem com aquela característica bem dramática, com muita fala corporal e muito overpower, tornando igual aos filmes asiáticos de luta antigos.
A questão do CGI também é considerada ruim, pois algumas partes ficaram estranhas, mesmo para a época, como Space Jam, Cassiopeia, Jurassic Park, Dia da Independência, entre outros.
Os pontos positivos ficam por conta das suas cenas de ação, que no caso são as lutas, que estão bem convincentes, sendo muito bem coreografadas e legais.
Outro ponto é a ambientação, que é bem variada, pois é utilizado vários cenários para a composição do filme, e ainda temos algumas que lembram muito os cenários do jogo.
O filme é um daqueles que sabemos que é ruim, mas que ele mesmo sabe disso e abraça a causa, por isto ele se torna um filme bem divertido e até mesmo fica ‘bom’.

Nota: 3,0.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Força Bruta: Punição

Shazam!

Kamen Rider - Vol. 1 (O Tenebroso Homem-Aranha)